Nessas minhas andanças pela net, deparei-me com um rapaz de apenas 21 anos com um talento incrível, desenhos e caricaturas, seu nome é RODRIGO CUNHA DE SOUSA PEREIRA. Passando por uma rápida conversa com ele, já notei que seu talento apesar de natural foi desenvolvido com muita garra e dedicação. Desde pequeno, passando por aquela fase de desenhar e parar, ele mergulhou de cabeça no mundo da ilustração fazendo diversos cursos que tornaram possível sua ascenção na carreira. Mesmo tendo pouca idade, ele já demonstra um grande profissionalismo, atendendo clientes de forma madura e personalizada. Temos ai um grande futuro para esse rapaz e, ele tem todo o meu apoio para que essa carreira decole.sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Traços e Rabiscos
Nessas minhas andanças pela net, deparei-me com um rapaz de apenas 21 anos com um talento incrível, desenhos e caricaturas, seu nome é RODRIGO CUNHA DE SOUSA PEREIRA. Passando por uma rápida conversa com ele, já notei que seu talento apesar de natural foi desenvolvido com muita garra e dedicação. Desde pequeno, passando por aquela fase de desenhar e parar, ele mergulhou de cabeça no mundo da ilustração fazendo diversos cursos que tornaram possível sua ascenção na carreira. Mesmo tendo pouca idade, ele já demonstra um grande profissionalismo, atendendo clientes de forma madura e personalizada. Temos ai um grande futuro para esse rapaz e, ele tem todo o meu apoio para que essa carreira decole.A Adobe perdeu a noção da realidade?
Postado por Mario Amaya em 27/08/2009 às 12h 01min
Recado de quem usa o CS3: Não há nenhuma justificativa racional nem emocional para gastar R$ 129 no update do Mac OS X e US$ 800 para que o software da Adobe continue a funcionar nele. Por Mario Amaya
John Nack, gerente de produto da Adobe, e a sua empresa acordaram hoje sendo criticados veementemente por milhões de pessoas frustradas em toda a Internet. O motivo da gritaria: Nack informou em seu blog que a Adobe está ajustando o CS4 para rodar no Snow Leopard — novo sistema operacional da Apple, que será lançado dentro de 72 horas -, mas que o CS3 simplesmente não foi testado no Snow Leopard, pois não receberá atualizações de compatibilidade.
Minha tendência é de concordar com a maioria de pessoas revoltadas. Esse público vocal acha que a Adobe poderia fazer melhor do que isso — não somente isso, deveria fazer — e está claramente pisando na bola.
A imensa maioria dos usuários da Creative Suite atualmente usam a versão CS3, não a CS4. Mas a CS4 é a versão que a Adobe insiste que todos deveriam ter. Fracassou em seu lançamento, que coincidiu com a crise financeira global. Em toda oportunidade a empresa tenta empurrar o CS4 goela abaixo dos usuários, tirando vantagem do fato de que simplesmente não existe concorrência para essa suíte de aplicativos integrada. Todos sabemos, por experiências anteriores, o que acontece quando uma empresa de tecnologia atinge uma posição de monopólio sobre um mercado. Falta de contato com os clientes, arrogância e, mais insidiosamente, descaso às suas necessidades.
Os usuários do CS3 recusam-se a migrar por dois motivos elementares: o update não traz novidades absolutamente essenciais e o preço do upgrade é, sem meias palavras, extorsivo. São US$ 800 em média (preços exatos aqui. Absolutamente inviável para a legião crescente de profissionais autônomos de design gráfico, que é o meu caso e muito provavelmente também o de você que está lendo.
Nunca foi tão claro e eloquente um convite à pirataria de software, nem mesmo em relação à Microsoft ou Corel — duas companhias que, por mais que o neguem, beneficiaram-se imensamente da "divulgação" e da base de usuários estabelecida pela pirataria em tempos passados.
O pessoal que usa programas Adobe na plataforma Mac vive uma decepção à parte. O Photoshop CS4 tem suporte a 64 bits na versão Windows, mas não na versão Mac. Aliás, o programa ainda nem foi portado para o framework Cocoa, que é o oficial do Mac OS X há 5 anos. Atender a essas pendências seria motivo importante para fazer o update, mas a Abobe tem gasto os últimos dois anos em escamoteá-las. As suas justificativas para a defasagem tecnológica (e certos bugs não resolvidos) baseiam-se sumariamente em jogar a culpa na Apple. John Nack pessoalmente faz isso, em periódicas demonstrações veladas de má vontade com a empresa parceira. Inaceitável atitude, vindo de uma empresa com tal porte e recursos de desenvolvimento.
Há outras questões mal resolvidas, como a recusa aberta da Adobe em atualizar o plug-in Camera Raw para o Photoshop CS3 — outra faceta da obsolescência forçada — e o bug envolvendo o recurso Spaces do Mac OS X no CS4, que a Adobe insiste ser totalmente por culpa da Apple, mesmo havendo uma multidão de outros aplicativos que funcionam corretamente com o Spaces.
Não custa lembrar neste momento que a Adobe só veio a se tornar uma potência no mundo do software por causa da Apple e do Macintosh em dois lançamentos fundamentais: a linguagem PostScript e o Photoshop. Esses fatos não criam nenhum vínculo de dívida, é claro, mas explicam porque a plataforma com apenas 9% do mercado de computadores continua fornecendo metade dos clientes da Adobe, o que deveria ser suficiente para ela baixar a bola nos momentos de indisposição com a turma de Steve Jobs.
Enfim, Adobe, entenda que está tudo errado e vocês têm que reencontrar o seu rumo. Nem que seja preciso botar cabeças graúdas no facão. Nós, usuários individuais, esperaremos pelas mudanças à nossa maneira: não atualizando nossos programas.
Atualização - 27 de agosto
Obviamente, o post de John Nack repercutiu extremamente mal na Web contra a sua empresa. Apenas algumas horas depois, ele voltou a escrever no blog, num esforço de controle de danos.
Diz agora que não é bem assim. Que técnicos da Adobe testaram, sim, o CS3 no Snow Leopard (aparentemente, ele mesmo não sabia disso, o que levanta outros tipos de dúvidas); que esses técnicos alertaram a Apple sobre bugs no Mac OS X que interferiam no software da Adobe (uma argumentação constante dele, essa de que os piores bugs pertencem à outra empresa); e que, tirando alguns problemas cosméticos, dá para usar a suíte CS3 sem estressar. E reafirma que a Adobe agora só tem olhos para seu desenvolvimento atual e futuro (em que pese o CS4 ter bugs bem conhecidos que permanecem sem solução há mais de um ano).
Nos próximos dias, de posse de uma cópia final do Snow Leopard instalada num Mac previamente carregado com o CS3 Master Collection, poderemos dar um veredito distanciado do diz-que-diz de executivos de marketing.
Nossa atitude cética e crítica é necessária em nome do interesse dos usuários e visando o progresso do mercado e dos produtos. Não há progresso quando a empresa que os cria está mais empenhada em servir a si mesma do que aos seus clientes.
Em outubro temos o lançamento do Windows 7. Estaremos de olho na atitude da Adobe em relação ao sistema da Microsoft.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Fim da Fotografia com Filme
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Segunda-feira fui revelar na Quality-Blu um resto de filme que tinha na camera. E tive uma notícia que, à primeira vista foi triste e à segunda vista levemente assustadora.
A Fuji anunciou que descontinuará o filme que eu mais utilizo, o Fuji Provalue 200. As unidades disponíveis no mercado são as últimas remanescentes desse filme que fez tanto sucesso na linha profissional. Após essa notícia, o Cláudio (gerente da Quality) soltou mais uma: a Fuji tem planos de descontinuar toda a linha de filmes ISO 400 e 200!
Essa notícia me impressionou, pois pensei pelo seguinte raciocínio: Se fosse para manter apenas uma linha de filmes, por que não manter o ISO 400, já que para o público amador o 400 dá os melhores resultados? E nesse mesmo instante já percebi que a resposta é simples. Na verdade é um conjunto de fatores. São eles:
- Os amadores não usam mais filmes. Já migraram para o digital a um bom tempo;
-Os profissionais não usam mais filmes. Também migraram para o digital;
-Os filmes de ISO elevado são mais caros para serem produzidos, já que possuem uma quantidade superior de sais de prata.
Pensando dessa forma, eu também manteria apenas os filmes de ISO 100 no mercado. Mas essa linha de pensamento talvez traga à tona uma outra questão, essa agora mais simples de responder:
“Se os amadores e os profissionais não utilizam mais filmes fotográficos, quem utiliza?”
Resposta fácil. Entusiastas, curiosos e “pseudoartistas hype”. Esse público não representa uma parcela considerável de consumidores que justifique a produção de uma gama tão grande de filmes.
Agora vamos a pergunta que não quer calar. Estamos caminhando para o fim da fotografia com filme?
Não! Logicamente que não. A fotografia de filme não irá acabar.
Mas também não será como ela é hoje. Todas essas facilidades de ter laboratórios perto de casa, revelação em 1 hora e filmes para vender em farmácias estão com os dias contados. E claro, o preço irá subir. E muito! O Fuji Provalue recém foi descontinuado e já é possível ver um aumento considerável no seu valor de mercado (em algumas capitais, como Brasília chegou a ter quase 100% de aumento, sendo vendido como “filme raro”).
O que podemos fazer? Esperar para ver.
Por via das dúvidas, eu já encomendei 1 caixa de provalue e uma caixa de ISO 400! Vai encher minha geladeira!
CORAÇÃO DE DEUS

Minha última foto postada no orkut e no OLHARES.COM, acho q o resultado final ficou muito bom... aliás o momento propiciou isso.